Um domingo. Invernico em dezembro.
Sinto falta do meu edredon, do meu cheiro. De levantar, tomar um pretinho com pão com manteiga e voltar pra cama, até o final da manhã, entre a preguiça de ler o livro ao meu lado e a sonolência depois de uma semana de muito trabalho.
De se deixar estar.
De não atender ao telefone.
De não atender à porta.
E, de repente, despertar com o Chico ou o Gil cantando.
Procuro uma padaria que sirva o tal pretinho forte e cacetinho com manteiga.
Assim como em muitos lugares coca e pepsi são a mesma coisa, para as padarias margarina é manteiga.
... tem dias que a gente se sente
como quem partiu ou morreu...
Sinto falta do meu edredon, do meu cheiro. De levantar, tomar um pretinho com pão com manteiga e voltar pra cama, até o final da manhã, entre a preguiça de ler o livro ao meu lado e a sonolência depois de uma semana de muito trabalho.
De se deixar estar.
De não atender ao telefone.
De não atender à porta.
E, de repente, despertar com o Chico ou o Gil cantando.
Procuro uma padaria que sirva o tal pretinho forte e cacetinho com manteiga.
Assim como em muitos lugares coca e pepsi são a mesma coisa, para as padarias margarina é manteiga.
... tem dias que a gente se sente
como quem partiu ou morreu...

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